TESTEMUNHOS


Leonardo Paiva

 

Meus pais eram católicos não praticantes, então não íamos nunca para igreja. Resolvi fazer o catecismo, mas na realidade eu só queria bagunçar, já que meus colegas também participavam. Novamente tornei-me não praticante do catolicismo, até que fomos morar no estado da Paraíba.

Aqui 97% da família é católica, eles imploravam para eu participar da crisma, contudo esse desejo não me preenchia, faltava algo. Até que resolvi inesperadamente tornar-me "crente" na Igreja Congregacional, que é uma igreja bem forte aqui, mas novamente sentia que faltava algo.

Então, na universidade, uma colega de classe, que é membro da igreja, começou a falar sobre os mórmons, fiquei super-animado com aquilo, mas algo que me deixou super-curioso: "Foi o tal do garment...". Mas, nunca tive coragem de ir visitar o ramo aqui de Guarabira, pois sabia que os meus "irmãos crentes" iriam me criticar.

Fui morar no Rio Grande do Norte e lá duas ruas antes de onde estava morando havia uma capela SUD (Santo dos Últimos Dias). Me deu uma enorme vontade de entrar, mas não tive a oportunidade. Todos os dias que ia ao trabalho fazia questão de passar por frente da capela.

Comecei a procurar igrejas (evangélicas) conhecidas minhas, mas não me agradei. Em um domingo quando estava indo para igreja presbiteriana, passei por frente da capela e estava aberta, então perguntei quando haveria reunião novamente. Fui informado que era só no próximo domingo e que poderia ir. Marquei com os missionários 3 palestras e fui à conferência da estaca Natal e pronto apaixonei-me pelo mormonismo, mas queria ser batizado na minha cidade.

Então voltei para Paraíba. Aqui, assim que me batizei, recebi o telefonema do meu antigo pastor, dizendo atrocidades sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e ainda me expulsou da sua igreja. No final do ano recebi uma carta dizendo que "Eu me rebelara contra a Santa Igreja e passei a freqüentar uma seita diabólica chamada Mórmon".

É, isso acontece, lá se vão 2 anos de provações e alegrias, no fim do ano vou para missão. A igreja aqui se fortalece a cada dia e esperamos a volta do nosso Senhor.

Leonardo Paiva